Jesus havia ressuscitado e, por quarenta dias, caminhou com seus discípulos até que ascendeu aos céus, à direita de Deus Pai. A promessa registrada por Lucas não foi inserida aleatoriamente ao relato dos primeiros anos da igreja de Cristo.

A igreja primitiva só fez as obras que estão registradas, só avançou na proclamação do evangelho porque se firmava em duas certezas inabaláveis: Jesus havia ressuscitado dos mortos e estava voltando.

Eles haviam visto Jesus ser morto, mas agora haviam caminhado com Ele por quarenta dias. Essa realidade lhes confirmava a divindade de Cristo, o Messias prometido que venceria o maior dos inimigos do homem: a morte.

Mas agora Ele subiu aos céus, interrompendo Sua comunhão visível com os crentes, no entanto, deixou a promessa de que retornaria. Se Ele havia dito que ressuscitaria e ressuscitou, então com toda certeza Ele retornaria.

Essa convicção foi o combustível para o extraordinário avanço do Evangelho ainda no primeiro século. No entanto, a pergunta que faço é: será que temos a mesma convicção daqueles homens e mulheres?

Realmente cremos que Cristo ressuscitou dos mortos e que um dia voltará? E o que essa resposta impacta em nossa vida terrena? De nada adianta métodos inovadores, estratégias de evangelismo ou eventos impactantes se não tivermos a certeza de que Ele ressuscitou e que voltará.

A ressurreição nos aponta para a veracidade da mensagem do Evangelho e o Seu retorno nos alerta para a urgência de proclamarmos esta mensagem.

Que Deus lhe abençoe e até amanhã em mais um #LittleDevocional.