Jesus chama seus discípulos e lhes incube de anunciar o evangelho do Reino, de curar os enfermos, expulsar os demônios e de proclamas as boas novas da salvação e, ao declarar que os discípulos seriam perseguidos por amor ao Seu Nome, o Mestre lhes declara que se eles confessassem o Seu nome, Ele também os confessaria diante do Pai.

Sempre quando tratamos sobre perseguição à fé logo nos vem à mente a imagem dos cristãos que são perseguidos em países islâmicos ou em países onde o ateísmo de Estado reina. E neste contexto de perseguição aberta e velada à fé encontramos inúmeros exemplos de homens e mulheres que, mesmo diante das torturas, da dor, permanecem fiéis ao Senhor.

Mas e nós? Não somos perseguidos abertamente, a minha e a sua vida não está em risco, podemos até ter a liberdade de culto garantida pela Constituição Federal, mas será que somos tão fiéis quanto os cristãos perseguidos?

Podemos não correr o risco de morte, mas muitas vezes não desejamos ser ridicularizados por nossos colegas da escola, faculdade ou trabalho. Não seremos torturados, mas muitas vezes preferimos não se opor à alguma ideia pecaminosa, pois não queremos ser tachados de quadrados, antiquados.

O confessar o Nome do Senhor Jesus não é apenas assumir a fé cristã com palavras, mas andar na contramão do mundo, se o mundo aceita o pecado, eu rejeito o pecado, se o mundo acha normal a imoralidade sexual, eu condeno a imoralidade, se o mundo acha normal o assassinato de fetos, eu o condeno.

Jesus não me chamou e não lhe chamou para vivermos como o mundo, para seguirmos a direção que o mundo segue, Ele nos chamou para confessar o Seu Nome, o Seu Evangelho e os Seus princípios em nossas vidas, mesmo que isso signifique ser odiado.

Permaneça fiel, pois todo aquele que confessar o Nome do Senhor será, por Ele, reconhecido nos céus diante de nosso Pai Eterno.

Que Deus lhe abençoe e até amanhã em mais um #LittleDevocional.