Ao falar de seu ministério e de sua abnegação dos direitos Paulo traça um paralelo entre as atividades esportivas de seu tempo e a jornada cristã. A analogia feita pelo Apóstolo nos faz refletir sobre questões importantes da fé.

Os atletas do primeiro século regulavam, sistematicamente, sua vida a fim de alcançar uma coroa de louros, um prêmio corruptível, como o próprio Apóstolo escreve (v. 25).

Ainda hoje vemos homens e mulheres que dedicam toda vida em prol do primeiro lugar no pódio. Não estamos realizando juízo de valor, se é certo ou não.

Paulo nos compara com os atletas, mas será que estamos sendo rígidos e sistemáticos tal como um maratonista que se abstêm de tudo e dedica sua vida pelo pódio? Será que estamos colocando em prioridade o prêmio eterno?

E aqui não tenho em mente o conceito errado de cristianismo, que resume a fé aos cultos de domingo ou às atividades da denominação. O que tenho em mente é a vida como um todo.

Paulo declara que ele subjugava o seu corpo e o reduzia à servidão a fim de não perder o prêmio (v. 27).

Negue a si mesmo, seja ousado ao defender seus princípios, não negocie com este mundo, subjugue seu corpo e sua vontade, dedique-se à corrida da fé de maneira que o prêmio eterno não fique em segundo plano em sua vida.

Que Deus lhe abençoe e até amanhã em mais um #LittleDevocional.