Ao combater o falso ensino de que a salvação depende de cumprir as obras da lei, o Apóstolo Paulo escreve afirmando que a justificação provém de Cristo (v. 16) e que, uma vez nEle, estamos mortos para a lei (v. 19).

Quando falamos sobre a morte sacrificial de Jesus em nosso favor sempre temos em mente apenas a ideia de que Ele morreu para nos livrar do inferno e perdoar nossos pecados. Mas quando o Apóstolo Paulo escreve afirmando que ele está crucificado com Cristo enxergamos, com maior nitidez, a profundidade do que é, de fato, ser salvo por Jesus.

Fomos crucificados não apenas para os nossos pecados evidentes e repulsivos, estamos crucificados também para a nossa própria justiça, para o nosso conceito de bom e mau, para a nossa compreensão de certo e errado.

E se você parar para refletir por alguns instantes perceberá que a grande maioria de nossos erros não estão associados a pecados escandalosos, mas à pequenas corrupções daquilo que cremos ser justo: mentir por algo que seja honesto, se corromper em favor de alguma boa causa etc.

Somos terrivelmente falhos a ponto de manchar algum bom desejo com a nossa natureza pecaminosa.

Cristo vive em mim e isso significa que agora não é o que eu penso ou o que eu desejo (mesmo que seja bom e aceitável), mas sim o que Cristo pensa e o que Ele deseja.

Não é você que deve decidir o rumo de sua vida, se está crucificado com Cristo agora é Ele quem define por onde você anda.

Que Deus lhe abençoe  e até amanhã em mais um #LittleDevocional.