Acredito que a grande maioria conhece, parcialmente, o livro de Malaquias por conta da leitura que normalmente é feita durante o período dos dízimos e das ofertas. Mas se você dedicar um pouco de tempo perceberá que o profeta possuí outras preocupações a serem abordadas.

Israel havia, novamente, se desviado da presença do Senhor. A depravação da vida civil do povo estava impactando diretamente a moral e a religião de Israel e, a vida religiosa por ter sido corrompida, degradava a vida civil.

Diante deste cenário o profeta anuncia o juízo do Senhor, Ele haveria de se assentar como o lavandeiro e como o ourives para purificar o Seu povo (v. 2), tornando-os puros e agradáveis a si (v. 3-5).

E então o Senhor declara que o fato do povo continuar existindo não era resultado dos sacrifícios impuros que estavam sendo oferecidos no tempo, ou do falso compromisso com a Sua Lei, mas sim por causa da promessa que Ele havia feito à Abraão.

E por amor à Sua promessa Ele haveria de se levantar em juízo contra os pecados do povo. Por isso  a nação de Israel estava sendo chamada para o arrependimento, para mudar seus caminhos e para abandonar suas iniquidade.

A existência do povo era simplesmente resultado da misericórdia divina e, hoje, conosco não é diferente, falhamos, erramos, desviamos do caminho e pecamos constantemente, mas o Senhor em sua infinita compaixão e misericórdia nos chama ao arrependimento, Ele nos chama e se assenta como o ourives e se dispõe a nos purificar

Ciente da misericórdia do Senhor e da Sua ira e furor sobre a iniquidade, somos chamados para nos arrepender de nossos pecados e nos alinhar à sua vontade. Ele lhe aguarda.

Que o Senhor Deus lhe abençoe e até amanhã em mais um #LittleDevocional.