Em uma geração onde a minha vontade, os meus ideais, as minhas prioridades devem prevalecer, fica cada vez mais difícil encontrar alguém que, realmente, compreende as consequências e mudanças provocadas pelo Evangelho.

Quando o Apóstolo Paulo declara que não devemos agradar a nós mesmos ele está ecoando o ensinamento de Jesus Cristo: “amai ao próximo como a ti mesmo”. Falamos sobre isso em um devocional mais antigo.

O amor que devemos ter pelos nossos irmãos na fé é um amor sacrificial, o tipo de amor que um ser humano comum não é capaz de desenvolver. Devemos negar nossa própria vontade para o bem do corpo de Cristo.

Aquele que é fraco na fé não deve ser alvo do meu orgulho teológico, do meu exibicionismo bíblico, pelo contrário, deve ser acolhido pelo amor de Deus manifesto em minha abnegação pessoal.

O problema de grande parte dos cristãos é que não estamos negando a nós mesmos para o crescimento do corpo de Cristo Jesus, não desejamos deixar nossas vontades, nossas práticas e nossas atitudes para que o Nome do Senhor seja exaltado.

Se você ler o capítulo 14 de Romanos você perceberá que o Apóstolo Paulo declara que até mesmo atitudes corriqueiras e cotidianas podem se transformar em pecado se elas escandalizam o fraco na fé.

Você pode estar tranquilo em suas ações, mas se o seu irmão se escandaliza então é melhor negar sua própria vontade para que suas atitudes não se tornem tropeço para o irmão.

Sim, o amor de Cristo nos exige abnegação e renúncia, não devemos apedrejar o fraco na fé por se escandalizar, mas devemos negar a nós mesmos para não o escandalizar.

Lembre-se “devemos suportar as fraquezas dos fracos, e não agradar a nós mesmos”. Que Deus lhe abençoe e até amanhã em mais um #LittleDevocional.