Neste capítulo de sua carta à Igreja de Roma, o Apóstolo Paulo responde algumas dúvidas que os cristãos possuíam quanto ao tipo de alimentação que deveria comer. O Apóstolo declara que tudo se resume à questão da consciência pessoal e da fé.

Para Paulo não havia problema algum o cristão se alimentar de carne, que comumente era sacrificada à ídolos e depois era vendida, desde que sua consciência e sua fé em Cristo estivessem firmes.

No entanto, o Apóstolo deixa bem claro que o Reino de Deus não se resume ao que pode ou não pode se comer, não se trata de um conjunto de normas, mas sim de uma vida regida pelo Espírito Santo.

Paulo nos ensina que, se vivermos sob a orientação do Espírito Santo, saberemos discernir o que podemos ou não podemos fazer não com base no que homens dizem, mas com base no impacto que nossas ações terão sobre o Corpo de cristo, além disso seremos capazes de negar nossa própria liberdade, se necessário for, para que a fé do meu irmão não se abale.

O reino de Deus não é nem comida e nem bebida, mas sim justiça, paz e alegria. Perceba que Paulo destaca que, se andarmos conforme os princípios do Reino, encontraremos não apenas alegria nEle, mas também seremos capazes de tratar com as diferenças do corpo de Cristo de forma pacífica e justa, sempre priorizando a vida espiritual e a salvação de outros (v. 20).

Hey, o Reino dos céus não se limita ao que pode ou não se pode comer, ou a usos e costumes, dias que devem ser guardados etc., por isso não reduza os princípios do Reino a questões sem relevância espiritual, “Não destruas por causa da comida a obra de Deus” (v. 20).

Que Deus lhe abençoe e até amanhã em mais um #LittleDevocional.