A narrativa da paixão de Cristo e de seus últimos momentos na terra nos revela não apenas a grandiosidade do amor do Pai, mas também a nossa imensa pequenez.

Creio que você conheça a história de Pedro, que com toda paixão declarou sua lealdade ao Senhor Jesus, mas quando se deparou com a possibilidade de morrer junto com seu Mestre o negou publicamente.

Às vezes somos como Pedro, declaramos que fazemos isso ou aquilo, mas quando a circunstância se torna sombria não encontramos forças para sustentar nossa palavra. Esquecemos que não temos o controle do nosso amanhã e que não estamos no comando das circunstâncias.

Quantas vezes confiamos em nossa própria capacidade e depositamos nela a fé que deveríamos depositar somente em Cristo? E, por causa disso, nos enfraquecemos, sentimos medo de assumir a responsabilidade de levantar a bandeira do Evangelho ou, assim como Pedro, não assumimos nossa condição de discípulo!

Tiago, ao tratar sobre a insensatez de confiar em si mesmo sem saber o que será o amanhã, declara que isso é de procedência maligna. Quando retiramos o Senhor e colocamos nossos planos como sendo soberanos agimos como se nós fôssemos nosso próprio deus.

Quando reconhecemos a nossa pequenez e a nossa fraqueza deixamos de olhar para Jesus como se Ele apenas estivesse querendo controlar nossas vidas como um ditador, e passamos a olhar para Ele como um amigo que está disposto a nos ajudar a vencer nossas fraquezas e a negar o pecado.

A questão não é reconhecer nossa fraqueza e assim abraçar o pecado, a questão que apresento é reconhecer nossa fraqueza e correr para Cristo em busca de ajuda!

Hey, Pedro errou e caiu, mas o Senhor Jesus lhe concedeu a chance de se arrepender. Talvez você tenha errado como Pedro, tenha confiado em si mesmo ao invés de confiar no Mestre, mas assim como Ele perdoou aquele discípulo, também perdoará a você.

Que Deus lhe abençoe e até amanhã em mais um #LittleDevocional.