Jesus está caminhando, e com Ele uma grande multidão, então Ele para e começa a ensina-los acerca do discipulado. O Mestre apresenta duas situações que, aparentemente, não possuí relação com o "tomar a cruz e segui-lo" (depois leia Lucas 14:25-35).

Contudo, se observarmos os exemplos citados por Ele, tanto do homem que se assenta para ver se tem recursos para construir uma torre, quanto do rei que se aconselha para ver se tem poderio militar para ir à guerra, perceberemos que há um elo que liga todo o ensino de Cristo.

Jesus é claro, quem não toma a sua cruz não pode segui-lo, quem não abandona a sua vida renunciando tudo o que tem não pode ser Seu discípulo (v. 33).

O Senhor nos chama para renunciar tudo, renunciar o controle que temos sobre nossa vida, renunciar nosso ego e entregar tudo a Ele. Ou é tudo ou é nada, ou eu construo a torre, ou deixo de construí-la, ou eu vou para a guerra ou procuro estabelecer acordos de paz, ou eu sigo integralmente a Jesus ou não.

Jesus encerra o Seu ensino afirmando que somos sal da terra, mas Ele alerta para o fato de que se o sal se estragar ele não serve nem para adubar o solo e nem mesmo para ler lançado no monte de lixo (v. 35).

A maior tragédia na vida de um discípulo é ele ser lançado fora por não ter se assentado e calculado aquilo que era necessário para seguir o Seu Mestre e, por este motivo, não ter se entregado totalmente à sua cruz e à caminhada junto dEle.

Que Deus lhe abençoe  e até amanhã em mais um #LittleDevocional.