Quantos já juraram por algo a fim de dar veracidade ao que falava? Jesus declara que não devemos jurar por absolutamente nada, nem pelo céu, nem pela terra, nem mesmo pela vida humana, pois não temos o controle de absolutamente nada do que nos rodeia.

No entanto, o Senhor vai um pouco além disso e encerra seu ensinamento sobre a palavra falada afirmando que devemos ser diretos, sinceros e verdadeiros.

O que o Mestre declara é que, para o discípulo que o segue, não há a necessidade de jurar com o objetivo de dar créditos às suas palavras.  Ao discípulo um sim ou um não já é suficiente, pois tudo aquilo que ele fala está firmado no Mestre e não em si mesmo.

Para Jesus é inconcebível a necessidade de juramento, pois tudo o que falamos deve ser a verdade e, por isso, não existe a necessidade de confirmarmos com qualquer tipo de perjúrio.

Se eu falo a verdade jurar pela vida de alguém não acrescentará nada em termos de confiabilidade e veracidade.

Jurar por algo que se fala abre brechas para menos do que a verdade, pois se juro por alguma verdade que falo, também posso jurar por alguma mentira que conto e, sabendo disto, Jesus alerta que tudo o que passa do “sim, sim ou não, não” é de procedência maligna.

Hey, como discípulo do Mestre suas palavras devem ser genuínas e verdadeiras, não há necessidade de adicionar crédito ao que você fala, pois o que você diz é dito em Cristo e diante de Sua Presença.

Que Deus lhe abençoe e até segunda-feira em mais um #LittleDevocional.