Jesus, a fim de tratar de uma verdade do Reino, utiliza duas plantas muito parecidas: O trigo e o joio. Dentre todas as parábolas do Mestre essa é uma das mais conhecidas e, por que não, a mais incompreendida.

Ao apresentar e depois explicar a parábola, Cristo deixa bem claro que o trigo foi plantado pelo Senhor da ceara enquanto o joio foi semeado pelo inimigo. Aqui se encontra a primeira verdade: o joio jamais será trigo e o trigo jamais será joio.

Aqueles que foram plantados pelo diabo dentro da Igreja jamais trabalharão em prol da salvação das almas e jamais se empenharão para que o evangelho genuíno seja anunciado. Jesus não utiliza essa planta como exemplo apenas para tornar a parábola mais interessante, mas sim para revelar verdades profundas.

O joio é venenoso, pois frequentemente é infectado por um fungo endófito (ele permanece dentro da planta que não aparenta estar doente) que, ao ser ingerido, provoca interrupção da circulação sanguínea nas extremidades do corpo, alucinações e, em mulheres grávidas, pode provocar o aborto.

A segunda verdade revelada na parábola é que não há como distinguir ambos durante seu crescimento e o Senhor declara que não devemos nos preocupar em identificá-los, pois o próprio Deus o fará ao final de tudo, quando Ele exigir os frutos.

Na realidade a única maneira de distinguir o trigo do joio é no momento da colheita, quando os grãos já estão maduros. Enquanto o trigo possui grãos amarronzados os grãos do joio são pretos.

Enquanto o trigo alimenta, o joio mata e é capaz de comprometer a qualidade do trigo se moído junto dele, mesmo em pequenas quantidades.

Hey, Cristo já nos alerta para o fato de que dentro do Reino visível haveria aqueles que não trabalhariam para Ele e que nem todos os que afirmam servi-lo, de fato, foram plantados por Deus.

É pelos frutos, e não pela aparência, que reconheceremos os que são filhos de Deus. Jesus é enfático “... quem comigo não ajunta, espalha” (Mateus 12:30)

Que Deus lhe abençoe e até amanhã em mais um #LittleDevocional.