Ao traçar o perfil do homem e da mulher bem-aventurados o salmista declara que, ao contrário dos ímpios, tudo o que fizer e o que lhes vier à mão prosperará.

Perceba, no entanto, que o salmista não necessariamente está se referindo apenas à vida material e terrena, uma vez que ele concluí o salmo declarando que enquanto o caminho dos ímpios perecerá, os justos permanecerão diante do Senhor.

A prosperidade do justo não diz respeito ao montante de dinheiro ou de bens que possuí, mas à maneira como ele lida com os recursos que o Senhor lhe concede.

Enquanto os ímpios gastam o que Deus lhes oferece com prazeres efêmeros e passageiros, os justos são orientados pelo Espírito Santo a administrar seus bens, dons e talentos a fim de glorificar o Senhor.

Nossa prosperidade consiste não naquilo que temos, mas em que empregamos o que temos.

Que Deus lhe abençoe e até amanhã em mais um #LittleDevocional.